
Como planejado, fui ao MoMa hoje. Como esperado, o museu estava lindo. Ao contrário do esperado, o dia foi mais um dia cinzento em Nova Iorque. Ao menos estava quentinho, nem precisei do meu super casacão cinza que tem me acompanhado desde o começo do inverno.
O museu estava super lotado. Fila pra comprar ingresso, fila pra entrar, fila pra marcar hora pra ver a exposição do Van Gogh, e fila até pra pegar um cafézinho (nada disso surpresa em NY, afinal aqui pra tudo existe … fila).
Mas valeu a pena, Ow como valeu. A coleção do MoMa é fantástica. Nas galerias permanentes, me encantei de novo com os Picassos, Cézannes, Modiglianis, e etc. E de novo caminhei de um lado ao outro olhando as water-lilies do Monet sem achar nada interessante. Acho que nunca vou entender as pinturas dele. Ou do Matisse, já desisti. Minha professora outra dia falou que eu tenho que dar tempo ao tempo, que quando chegar lá pelos 40 vou apreciar a calma da obra do Monet. Mas eu ainda tenho minhas dúvidas.
Pois bem, suficiente dos obras ‘revisitadas,’ hoje eu estava lá pelos inéditos. Joan Miró, Marlene Dumas e Vincent Van Gogh (fala sério !!)
Eu começei com o Miró. Os trabalhos expostos cobriram a obra dele de 1927 a 1937. Mesmo que as obras do Miró sejam difíceis de decifrar, foi fantástico ver como ele evoluiu e mudou seu estilo e técnicas com o decorrer do tempo. Mais interessante foi descobrir que ele fez rascunhos de todos os trabalhos, e recriou aquelas imagens inúmeras vezes. Eu que sempre achava que ele simplesmente pegava o pincel e pintava quase inconscientemente, e daí se não fosse bom jogava fora e começava de novo.
Do Miró a Marlene Dumas. Eu não tinha ouvido falar dela antes, o que é uma vergonha. Ela é uma pintora comtemporânea sul-africana, que atualmente mora na holanda. Trabalho fantástico, super perturbador. O título da exposição é ‘Measuring Your Own Grave,” que traduz como “medindo o seu próprio túmulo.” São pinturas bem “dark,” muitas com imagens de bebês e crianças (umas crianças darkérrimas). Os títulos abrem espaço pra várias interpretações diferentes. As duas obras que mais me marcaram foram ‘Painter’ e ‘
Leather Boots.’
Depois de ver a coleção da Ms. Dumas eu estava exausta. Sai um pouco do museu pra pegar ar puro, relaxar um pouquinho e esperar até as 3 e meia, hora da meu ingresso pra exposição do Van Gogh. O que dizer de Van Gogh ?? É fantástico, o estilo é inconfundível, e simplesmente ver as obras dele já dá uma sensação de sonho realizado. Muitas das obras famosas estavam lá: "The Night Cafe in the Place Lamartine in Arles" , “Room at Arles,” dois retratos (auto-retratos? gente como fala self-portrait em português??), e é claro Starry Night. Pensa na multidão na frente do quadro? É um dos grandes clássicos da pintura, na sua frente, menos de um passo. Se eu tivesse um pouquinho menos de medo de ser expulsa pra sempre do museu podia até ter tocado! Um detalhe, é um quadro pequeninho. Eu que sempre pensei que fosse um painel enorme, fiquei um pouco supresa. Eu diria que é aproximadamente 1.20 por 80 cm. Pequeninho mesmo.
Eu naum posso negar que saí um pouco tristinha porque meus favoritos, os girassóis do Van Gogh não estavam na exposição. O que mais uma vez prova minha teoria de que eu nunca estou satisfeita ! rsrs
E foi isso. Fim de semana já era, amanhã é voltar ao trabalho, e planejar pros passeios da semana que vem.
Ow… Opa, tem feriado na quinta!! Nossa, tem que começar a planejar já !
O museu estava super lotado. Fila pra comprar ingresso, fila pra entrar, fila pra marcar hora pra ver a exposição do Van Gogh, e fila até pra pegar um cafézinho (nada disso surpresa em NY, afinal aqui pra tudo existe … fila).
Mas valeu a pena, Ow como valeu. A coleção do MoMa é fantástica. Nas galerias permanentes, me encantei de novo com os Picassos, Cézannes, Modiglianis, e etc. E de novo caminhei de um lado ao outro olhando as water-lilies do Monet sem achar nada interessante. Acho que nunca vou entender as pinturas dele. Ou do Matisse, já desisti. Minha professora outra dia falou que eu tenho que dar tempo ao tempo, que quando chegar lá pelos 40 vou apreciar a calma da obra do Monet. Mas eu ainda tenho minhas dúvidas.
Pois bem, suficiente dos obras ‘revisitadas,’ hoje eu estava lá pelos inéditos. Joan Miró, Marlene Dumas e Vincent Van Gogh (fala sério !!)
Eu começei com o Miró. Os trabalhos expostos cobriram a obra dele de 1927 a 1937. Mesmo que as obras do Miró sejam difíceis de decifrar, foi fantástico ver como ele evoluiu e mudou seu estilo e técnicas com o decorrer do tempo. Mais interessante foi descobrir que ele fez rascunhos de todos os trabalhos, e recriou aquelas imagens inúmeras vezes. Eu que sempre achava que ele simplesmente pegava o pincel e pintava quase inconscientemente, e daí se não fosse bom jogava fora e começava de novo.
Do Miró a Marlene Dumas. Eu não tinha ouvido falar dela antes, o que é uma vergonha. Ela é uma pintora comtemporânea sul-africana, que atualmente mora na holanda. Trabalho fantástico, super perturbador. O título da exposição é ‘Measuring Your Own Grave,” que traduz como “medindo o seu próprio túmulo.” São pinturas bem “dark,” muitas com imagens de bebês e crianças (umas crianças darkérrimas). Os títulos abrem espaço pra várias interpretações diferentes. As duas obras que mais me marcaram foram ‘Painter’ e ‘
Leather Boots.’Depois de ver a coleção da Ms. Dumas eu estava exausta. Sai um pouco do museu pra pegar ar puro, relaxar um pouquinho e esperar até as 3 e meia, hora da meu ingresso pra exposição do Van Gogh. O que dizer de Van Gogh ?? É fantástico, o estilo é inconfundível, e simplesmente ver as obras dele já dá uma sensação de sonho realizado. Muitas das obras famosas estavam lá: "The Night Cafe in the Place Lamartine in Arles" , “Room at Arles,” dois retratos (auto-retratos? gente como fala self-portrait em português??), e é claro Starry Night. Pensa na multidão na frente do quadro? É um dos grandes clássicos da pintura, na sua frente, menos de um passo. Se eu tivesse um pouquinho menos de medo de ser expulsa pra sempre do museu podia até ter tocado! Um detalhe, é um quadro pequeninho. Eu que sempre pensei que fosse um painel enorme, fiquei um pouco supresa. Eu diria que é aproximadamente 1.20 por 80 cm. Pequeninho mesmo.
Eu naum posso negar que saí um pouco tristinha porque meus favoritos, os girassóis do Van Gogh não estavam na exposição. O que mais uma vez prova minha teoria de que eu nunca estou satisfeita ! rsrs
E foi isso. Fim de semana já era, amanhã é voltar ao trabalho, e planejar pros passeios da semana que vem.
Ow… Opa, tem feriado na quinta!! Nossa, tem que começar a planejar já !

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